" Eu encaro o Quarto Passo (Fizemos um minucioso e destemido inventário moral de nós mesmos) como um meio de descobrir minhas fraquezas e forças, meus defeitos
e qualidades.

Quero me conhecer de forma completa, e tento ao máximo evitar de ficar presa nas auto-condenações dos meus defeitos e erros. A maneira como eu vivi no passado
foi a melhor forma que eu encontrei pra sobreviver num ambiente que pra mim era altamente ameaçador.

Eu sofri muito, mas as pessoas que entraram em contato comigo nessa época sofreram também, de alguma forma.
Eu me utilizei de algo que a princípio poderia ser considerado um defeito (excesso de racionalização e pensamentos excessivos) e analisei meu comportamento, o comportamento dos outros, li muitos livros de auto-ajuda, e pratiquei o programa de IA, da melhor maneira que pude, em todos os setores da minha vida.
Usei minha mente como um bisturi pra dissecar a realidade.

Claro que o crescimento pessoal é algo pra vida toda, e requer manutenção. O programa de recuperação de IA requer manutenção. Eu obtive um grau de
autoconscientização, mas ele não permanece o mesmo o tempo todo, tem seus altos e baixos, assim como minha auto-estima, então o processo necessita de ajustes de
tempos em tempos.

A pior coisa que eu posso fazer é fugir da dor...."

M. São Paulo